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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

CACHORRO É TUDO DE BOM



Meu cachorro, o Snoppy, primeiro e único que tive na vida, morreu há alguns anos. Apesar dele ter sido meu, ele escolheu o meu pai para chamar de dono, eu era só mais um habitante da casa que apertava suas orelhas e fazia vista grossa quando ele deitava sorrateiramente no sofá sem minha mãe saber.

O João, era o apelido dele, tinha verdadeira paixão pelo meu pai. A devoção que ele tinha era o mais puro exemplo que se tem de o cão ser o melhor amigo do homem. Estava próximo de seu dono mesmo quando faltava um pouquinho de paciência e o carinho dava lugar à bronca.

Minha casa nunca mais foi a mesma desde que esse cachorro se foi tragicamente em 22 de janeiro de 2006. Nunca mais houve espaço para nenhum outro cachorro correr atrás de uma bolinha ou fazer xixi na plantinha do quintal. Meu pai então, chora todas as vezes em que deixa vir à memória os momentos que passaram juntos. O Snoopy se foi, mas não foi sozinho, levou consigo um pedacinho de cada um de nós, a família que o tirou da rua quando ainda era só um filhotinho indefeso.

Resolvi falar sobre o João aqui depois de ver uma propaganda da Pedigree no YouTube. Não tem como não sentir saudades a cada vez que vejo um comercial dessa marca. Eles conseguem capturar com perfeição o amor que cada dono sente pelo seu cão. Se você gosta de animal, independente de ter ou não um cachorro, certamente já se emocionou com um comercial dessa marca de ração.


Somos loucos por filhotes

Eu não sei quando terei um cachorro novamente, mas de uma coisa tenho certeza, ele comerá Pedigree!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

ORELHUDO


Esse aí em cima é o orelhudo. Não que esse seja o nome dele, na verdade eu nem sei o nome que ele tem, mas eu e a Cíntia o apelidamos assim. Todos os dias, quando saímos da agência para almoçar lá está ele, com a cabeça enfiada no buraco do muro, com carinha de pidão e olhando pra gente.


Dá vontade de fazer carinho, mas nunca se sabe se por trás da carinha de bom moço tem uma vontade incontrolável de dar uma mordida. Então nossa relação fica assim, a gente passa e brinca com ele, mas sem contato físico. :)