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quinta-feira, 30 de julho de 2009

SEM ROTINA

Eu sei que o ano está acabando quando recebo na minha mesa o briefing para elaboração da campanha de divulgação dos espetáculos de fim de ano do Ballet Gacemss, que acontecem sempre no mês de novembro ou dezembro.

Desde que a agência passou a atender a companhia de balé, e isso já faz muitos anos, tive o prazer de conhecer a história de grandes compositores como Cesare Pugni, Ludwig Minkus, Tchaikovsky e tantos outros. Esse ano estou tendo a chance de pesquisar e saber mais sobre a vida do célebre Heitor Villa-Lobos, compositor brasileiro que viveu no início do século XX e que compôs mais de mil obras.

O melhor de se trabalhar com publicidade é justamente poder explorar assuntos completamente diferentes, que não caiam na rotina e que tragam resultados positivos para o cliente.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A IMPORTÂNCIA DE SE CONHECER O CONSUMIDOR

Cíntia, minha querida amiga de trabalho, e eu costumamos almoçar no mesmo restaurante quase todos os dias. Quando não vamos até ele, pedimos comida para viagem e almoçamos aqui na agência mesmo.

Sexta-feira foi um desses dias em que almoçamos na agência, porém, ao contrário do que faço todas as vezes ao encomendar a comida pelo telefone, esqueci de mencionar que o almoço da Cíntia era sem feijão. Quando a refeição chegou, ela, triste, me disse: "Esqueci de mencionar que o meu era sem feijão." :(

Qual não foi nossa surpresa ao abrirmos os marmitex e descobrirmos que uma das refeições tinha vindo sem feijão? Ponto para o atencioso restaurante!

"Fiquei tão feliz enquanto consumidora", disse.

E você, já se sentiu prestigiado ou desprestigiado por algum estabelecimento na hora de adquitir um bem ou serviço? Diz aí!

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sábado, 8 de novembro de 2008

INFERNO ASTRAL PUBLICITÁRIO

Os cinco dias passados formaram uma semana e tanto lá na agência. Todo o universo resolveu conspirar contra e foi dando tudo errado a medida que os dias passaram. Só não foi pior porque, enfim, o sábado chegou.

Tudo começou com um erro de impressão numa peça gráfica. Até aí normal, é o tipo de coisa que dificilmente acontece, mas a qual estamos sujeitos. A coisa começou a ficar pior quando deu terça-feira e a Net decidiu entrar em manutenção. Pronto, instalou-se o caos!

Definitivamente não consigo mais entender como antigamente era possível trabalhar sem Internet. No mundo corrido de hoje em dia, onde tudo é resolvido online, a comunicação com os clientes ficou completamente prejudicada e os briefings começaram a acumular nas caixas de e-mail. Sem contar que os materiais já finalizados não seguiam adequadamente para a aprovação dos clientes. Deus salve o aparelho de fax, que quebrou um galhão nesses quatro dias.

Quando achamos que nada poderia piorar, a quinta-feira chegou e com ela uma pane geral nos telefones de Volta Redonda. A cidade inteira muda e nós completamente ilhados, sem Internet, telefone e celular. O nível de estresse atingiu 90%.

Nada mais poderia piorar, né? Não! O temporal de quarta-feira à noite voltou com força total no fim da tarde e alagou o quintal da agência, mas pelo menos o dique da porta impediu que a água fosse estúdio adentro.

Como depois da tempestade sempre vem a bonança, sexta-feira tudo voltou ao normal. Telefones completando a ligação, Internet online novamente e impressos finalmente encartados no jornal. Outra semana como essa não quero nunca mais, mas esperamos os próximos cinco dias de peito aberto!