Este final de semana tive mais uma grande prova de que a propaganda realmente não é a alma do negócio. Ganhei um voucher da Mastercard que me daria compras em dobro no restaurante Giraffas, ou seja, compraria uma refeição e ganharia outra. Diante disso, decidi convidar minha namorada para comermos no local e, de quebra, darmos uma chance ao fast-food das simpáticas girafinhas que tanto gostamos de ver na televisão.
Peguei e não gostei.
Apesar de adorar os comerciais do Giraffas, nunca tive grandes expectativas em relação à marca. Passava quase todos os finais de semana em frente ao restaurante e, francamente, mal notava sua existência. Foi necessária uma parceria entre o Giraffas e a Mastercard para que eu, enfim, desse uma chance a eles, o que prova a eficiencia da parceria entre as duas empresas.
Fato é que nem todo o meu carinho pela mascote da marca e minha baixa expectativa em relação ao cardápio foram suficientes para que o Giraffas me conquistasse como cliente, aliás, posso dizer tranquilamente que jamais comeria lá novamente. Primeiro porque a comida é insonsa, segundo porque é demorado, terceiro porque a higiene do restaurante de Volta Redonda é muito questionável e quarto porque o preço é alto e não compensa o serviço prestado, chegando a ser maior do que o do Spoletto, por exemplo.
Apesar de ter tido uma péssima experiência de consumo no restaurante, sigo adorando os comerciais e achando as girafinhas engraçadas e inteligentes, porém, dificilmente voltarei ao estabelecimento novamente. É praticamente uma relação de amor e ódio com a marca.
Creio que este seja um bom exemplo do quanto depositar todas as fichas apenas na propaganda possa arruinar uma empresa, mas também que ela não seja ingênua o suficiente ao ponto de viver sem.


